21 Dias de Ativismo: campanha pelo fim da violência contra meninas e mulheres é aberta oficialmente em Roraima
Foi realizada uma blitz educativa alusiva à campanha em frente à Assembleia Legislativa de Roraima.

A Setrabes (Secretaria do Trabalho e Bem-Estar Social), por meio da CEPPM (Coordenação Estadual de Políticas Públicas para as Mulheres) e entidades parceiras, promoveu na sexta-feira, 24, a cerimônia de abertura da campanha dos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres.
A programação teve início pela manhã na CMB (Casa da Mulher Brasileira), com a oficina de cartazes tendo a participação de alunos e mulheres. Também foram realizados diálogos e rodas de conversas com temas voltados aos 21 dias de ativismo, feminicídio, misoginia, Lei Maria da Penha, violência contra mulheres e meninas.

No final do dia, foi realizada uma blitz educativa alusiva à campanha em frente à Assembleia Legislativa de Roraima.
A mobilização objetiva erradicar a violência por meio da informação, levando para a sociedade os canais de denúncia e também reforçar a importância da defesa e da garantia dos Direitos Humanos para as mulheres e a população, além de mostrar os serviços que são ofertados pela Casa da Mulher Brasileira em Roraima.
Segundo a coordenadora da CEPPM, Graça Policarpo, a campanha 21 Dias de Ativismo busca conscientizar a população sobre os diferentes tipos de agressão contra mulheres em todo o mundo.

A secretária adjunta da Setrabes, Isadora Braga, destacou que o Governo está promovendo uma mobilização estadual de todos os setores da sociedade para o enfrentamento à misoginia, termo que define ódio e repulsa contra as mulheres.
“A mobilização teve início em 20 de novembro, dia da Consciência Negra, considerando a dupla vulnerabilidade mulheres negras e segue até o dia 10 de dezembro. E abertura da campanha 21 Dias de Ativismo foi promovida pelas Casas da Mulher Brasileira, em Roraima e também nas cidades de Campo Grande, Fortaleza, Curitiba, São Paulo e São Luís, todas no âmbito da campanha pelo fim do feminicídio e da violência sexual contra meninas e mulheres em todo o território nacional”, ressaltou.
Ágata Lima